Inspire no JC de 07/03/2012

Rede social é uma palavra que está na boca de todo mundo. Através de ferramentas como o Facebook e o Twitter, é possível expor opiniões e defender ideias. Mas em relação ao ambiente de trabalho, como usar as novas tecnologias para aumentar a produtividade e estimular o trabalho de funcionários e parceiros?

Para responder essa pergunta, a Fast Soluções criou o Inspire, uma rede social corporativa que auxilia nos processos de gestão da inovação e melhoria contínua das organizações. “Seu formato possibilita a participação de todos os envolvidos na geração de ideias de novos produtos, serviços e ações de melhoria organizacional e de processos do negócio”, explica o sócio e gerente de projetos da Fast, Henrique Ferreira.

Leia a matéria na íntegra
Fonte: JC Online

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Inovação pode aumentar a produtividade no agronegócio

Inovação, sustentabilidade e qualidade de gestão foram os temas centrais do Painel Inovação no Agronegócio, realizado nesta sexta-feira (18), durante o Fórum Sebrae de Conhecimento, em Brasília. O moderador do painel e gerente de agronegócio do Sebrae no Mato Grosso do Sul, Marcus Rodrigo de Faria, falou sobre a importância do setor para o país, ressaltando que não só a indústria traz o desenvolvimento. “Temos mais de cinco milhões de agricultores familiares. Nosso desafio é levar a eles inovação e tecnologia social, que é a mola propulsora para que os pequenos aumentem a produtividade e gerem melhoria na renda”, disse.

Durante palestra, o gerente de Sustentabilidade da Itambé, Mauricio Petenusso, afirmou que para fazer sustentabilidade a empresa precisa estar saudável. Segundo ele, muitos agricultores ainda pensam que o acesso a um modelo de gestão de qualidade é algo caro e disponível apenas para grandes empresas. “O Sebrae tem bons modelos de gestão e acessíveis”, lembrou. Ele destacou ainda que, para ser sustentável, o empreendedor precisa de uma percepção global do negócio, observando as pressões que sofre toda a cadeia produtiva, do fornecedor ao consumidor.

Já o professor do curso de Design da Universidade do Paraná, Ken Fonseca, explicou que “pensar em design é pensar a empresa como um todo, não é só deixar um produto bonito, mas seduzir também. O consumidor tem que perceber no item que ele compra sua necessidade. Na Europa, os produtos têm alto valor agregado. Lá, existem queijos que vendem em suas embalagens uma emoção, a história de um lugar”.

Para o engenheiro de alimentos e gerente de Inovação de Gestão e Conhecimentos da Brasil Foods, Frederico Ramazzini, para fazer inovação é preciso muita dedicação e persistência e os resultados vêm a longo prazo. “A inovação é feita por pessoas que têm sentimentos. É preciso trabalhar muito bem com os colaboradores para que todos caminhem para o mesmo lado. Eu sugiro que o Sebrae promova uma troca de informações com grande empresas, como a nossa Brasil Foods, para que possa repassar conhecimento e tecnologia aos micro e pequenos negócios”, concluiu.

O Painel mostrou ainda a experiência do projeto Caravana Copa Orgânica, vencedor de um edital do Sebrae. O projeto percorreu as 12 cidades que serão sedes da Copa, além de municípios vizinhos, e difundiu informações sobre a produção, o consumo e o desenvolvimento do mercado dos produtos orgânicos, sensibilizando mais de três mil pessoas entre agricultores, técnicos e empresários.

“A Copa do Mundo vai receber visitantes acostumados a consumirem produtos orgânicos. Por isso, a Caravana mostrou como esse evento vai ser uma ótima oportunidade para a agricultura orgânica”, contou a engenheira agrônoma Priscila Terrazzan, coordenadora do projeto. Segundo ela, durante a Caravana foram discutidos legislação, técnicas e práticas de produção.

Fonte: Agência Sebrae de Notícias

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Dilma anuncia investimento de R$ 150 milhões da FINEP para tecnologias assistivas

Nesta quinta-feira (17/11), a presidenta Dilma Rousseff anunciou o Plano Nacional dos Direitos das Pessoas com Deficiência, conhecido também como Viver sem Limite. Em consonância com as diretrizes do governo federal, a Financiadora de Estudos e Projetos (FINEP) vai destinar R$ 150 milhões de seu orçamento a projetos inovadores que tenham como foco a inclusão de pessoas com deficiência. Até o fim deste ano, será lançada a primeira chamada pública, no valor de R$ 20 milhões em recursos não reembolsáveis (que não precisam ser devolvidos). O foco é a pesquisa e o desenvolvimento de tecnologias assistivas por meio de parcerias entre universidades e centros de pesquisa.

Outros R$ 10 milhões estão reservados para futuras chamadas públicas. Já R$ 90 milhões serão concedidos em forma de crédito a empresas que queiram criar produtos, metodologias, estratégias, práticas e serviços que aumentem a autonomia e a qualidade de vida de idosos, pessoas com deficiência ou com mobilidade reduzida. Os R$ 30 milhões restantes ficarão disponíveis para subvenção de inovações. Os recursos serão executados até 2014.

De acordo com o Censo Demográfico de 2000, 14,5% da população brasileira – ou seja – 24,5 milhões de pessoas possuem algum tipo de deficiência. Os idosos representam cerca de 8%, somando 14,5 milhões. O Plano Nacional envolve, além do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação, os Ministérios da Saúde e da Educação.

Fonte: FINEP

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Instituto lança Boletim Radar nº 16 sobre inovação

Foi lançada nesta terça-feira a 16ª edição do Boletim Radar – Tecnologia, Produção e Comercio Exterior. A coletiva pública de lançamento ocorreu na sede do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), em Brasília. Publicado a cada dois meses, o boletim atual conta com sete artigos. O Radar é, segundo o técnico de Planejamento e Pesquisa do Instituto e editor da publicação, Luiz Ricardo Cavalcante, um veículo importante da Diretoria de Estudos e Políticas Setoriais de Inovação, Regulação e Infraestrutura (Diset) na contribuição para formulações de políticas públicas.

Ele pontuou que “nem sempre o que se pretende com políticas de inovação se dá, por barreiras estruturais, como educação e infraestrutura”. Desde 2005, a Financiadora de Estudos e Projetos (Finep), entidade do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), fortaleceu o processo de inovação nas micro e pequenas empresas. Para Cavalcante, “programas corporativos são mais consistentes, pois têm mais condições de fornecer resultados”.

Graziela Zucoloto, técnica do Ipea que colaborou para o Radar nº 16, afirmou que o Brasil é o 12° país que mais recebe patentes no mundo, com predomínio forte de não residentes. Os principais depositantes nacionais são dos setores de medicamentos, veículos, máquinas e equipamentos, químico e bebidas. A região Sudeste detém 54% dos depositantes de patentes.

Políticas públicas
Outro colaborador do boletim, Mansueto Almeida, destacou que, geralmente, em países em desenvolvimento, grandes grupos empresariais não inovam tanto, mas têm alto conhecimento em negociações, como no Brasil. Sua sugestão é usar essa vantagem para começar a investir. “O Brasil precisa de políticas para apoiar o setor industrial na área de inovação, e de foco em políticas que possam ajudar as empresas no processo de internacionalização” disse.

Após a crise de 2008, acrescentou, o país teve queda de crescimento, recuperou-se, mas continua sem expressiva atuação na exportação de manufaturados. “O setor público precisa de mecanismos para chegar ao produtor, que se encontra defasado no processo de evolução tecnológica”, finalizou.

Investimentos e mudanças
Luis Fernando Tironi, que também teve artigo publicado nesta edição do Radar, alegou que o programa Plano Brasil Maior, comparado aos antecessores, é mais assertivo nas escolhas de apoio, mas também precisa de ajustes.

O estudo de Bruno César Araújo foi exposto durante o lançamento. Em seu artigo, ele evidencia que as retóricas das políticas de inovação do Brasil e da China são semelhantes, e que os instrumentos para o setor não são diferentes dos usados nos países desenvolvidos e naqueles com rápido desenvolvimento.

A chefe da Assessoria de Acompanhamento e Avaliação das Atividades Finalísticas (Ascav) do MCTI, Fernanda de Negri, afirmou que o Ministério vem acompanhando melhor o desempenho das políticas para inovação nas empresas. Segundo ela, o órgão está aplicando uma política de autoavaliação de modo a tornar-se mais eficaz ao longo do tempo. “O país tem participação relevante na inovação científica, principalmente em áreas ligadas a eixos de atuação econômica, agropecuária e setor petrolífero, mas não na produção de patentes” alertou.

Ela acredita que é preciso avançar mais na interatividade da academia com o setor produtivo e empresarial no país. “Por mais que o debate seja antigo, é preciso pensar em como se pode melhorar essa interação, pois ainda há dificuldade de detectar que política faz mais efeito e aquelas que não fazem.”

Leia a íntegra do Boletim Radar nº 16

Fonte: IPEA

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Inovar é empreender, afirma cientista

Transformar conhecimento em negócio. Para o cientista-chefe do centro privado de inovação C.E.S.A.R, no Recife (PE), o engenheiro Silvio Meira, este é um dos principais desafios da inovação e do empreendedorismo brasileiro. O assunto foi destaque na apresentação do especialista realizada durante o 21° Seminário Nacional de Parques Tecnológicos e Incubadoras de Empresas, no dia 27 de outubro, em Porto Alegre (RS).

Prof. Sílvio Meira, cientista-chefe do C.E.S.A.R.

De acordo com Meira, o Brasil é o sétimo mercado mundial de tecnologia de informação do mundo, mas não faz parte de nenhum dos grandes negócios do setor, como Skype, Google, Facebook, Twitter e plataforma móvel, por exemplo. “Nós adotamos rapidamente todas essas tecnologias. Muitas poderíamos ter feito ou participado, mas dentro do contexto atual, isso dificilmente vai acontecer”, afirmou.

Segundo o engenheiro, os brasileiros são os maiores usuários junto com a Malásia do Twitter por população conectada à internet.  O Brasil também tem a maior porcentagem de horas no Facebook do que toda a internet mundial. A média de tempo de uso desta rede social versus a internet no mundo é de 16%. No Brasil é de 18,3%. “Boa parte do investimento por trás do Facebook é russo”, disse.

O Brasil possui 110% de penetração de telefones celulares. Somente o mercado de smartphones cresceu 100% de 2010 até agora. A previsão, informou Meira, é de que em 2014 o país terá 107 milhões de smartphones, sendo que nenhum deles é produto nacional. “Este número impactará no extermínio de mais da metade das 120 mil lan houses existentes no país”, analisou.

Hoje é possível adquirir um smartphone por R$ 300 reais, com uma conta diária de R$ 0,50 de banda móvel. Quando se faz os cálculos, esse valor multiplicado por 30, no caso do usuário acessar a internet diariamente, é de dez parcelas de R$ 45 reais por mês. Mesmo valor que um usuário paga em uma lan house, caso fale uma hora por dia durante um mês pagando R$ 1,50 por ela. “Com o mesmo gasto, o usuário substitui a conectividade estática pela conectividade móvel e pessoal”.

Na opinião do engenheiro, tudo isso acontece porque ainda não se estabeleceu no Brasil um ambiente de confiança e de curiosidade para implantar um processo colaborativo para a criação de uma cadeia de valor, seguindo princípios de comum acordo, de forma que se estabeleça uma rede de relacionamento.  “Ainda se vê muita gente começando do zero, que em vez de buscar alternativas no mercado, perde tempo em processos que já existem”.

Meira citou que de acordo com a pesquisa “Doing Business 2012: Fazendo negócios em um mundo mais transparente”, o Brasil caiu seis posições entre as melhores economias para fazer negócio no mundo – de 120° lugar passou para 126°. O Iraque, por exemplo, caiu cinco posições. “Nossos vizinhos do Mercosul estão muito melhores: a Argentina está em 113°, o Paraguai em 100° e o Uruguai em 90°. Este subiu 12 posições em relação ao ano passado”.

Nesse cenário, Meira aponta que inovação e empreendedorismo andam juntos. Para ele, se há mudança no mercado é porque alguém empreendeu. Dessa forma, o empreendedor tem o poder de desequilibrar o mercado ao introduzir algo novo, ou equilibrá-lo, ao desenvolver uma alternativa que atenda uma demanda que está em falta.

“Não é na prateleira do laboratório de uma universidade que se aprende a empreender, é no mercado. Se um aluno chega com algo novo, como uma diferenciada linguagem de programação e não souber quem vai usar e que pessoas serão movidas para que isso aconteça, não é inovação, é experimento”.

No C.E.S.A.R., ressalta Meira, eles adotam o conceito de que “inovação é a emissão de mais e melhores notas fiscais”. De acordo com o engenheiro, o empreendedor quer mais notas fiscais porque quer mais mercados. Se já tem, ele quer expandir. “Empresas que não emitem notas fiscais não são dignas de receber investimento, nem podem participar do processo de fusões e aquisições. E, na maioria das vezes, a falta de emissão acontece por desorganização”.

Escrito por Cristiane Rosa para o Gestão C&T online

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Brasil investe pouco em inovação, aponta estudo

Entre as mil empresas que mais investem em inovação no mundo, só cinco são brasileiras. Dos US$ 550 bilhões investidos por todas essas companhias em pesquisa e desenvolvimento (P&D) durante 2010, a fatia das empresas do Brasil representa apenas 0,38% (ou US$ 2,1 bilhões) do total. As informações são do estudo Innovation 1000 de 2011, divulgado nesta segunda-feira, 24, pela consultoria Booz & Company.

Petrobrás (que aparece na 119ª posição da listagem), Vale (133º lugar), CPFL Energia (705º), Totvs (807º) e Embraer (924º) são as cinco brasileiras que estão no ranking de 2010. E são as mesmas que estavam na listagem de 2009.

Embora representem uma ínfima parcela do total investido em inovação no mundo, as companhias nacionais aumentaram em média 10% o volume aplicado em inovação: de US$ 1,9 bilhão em 2009 para US$ 2,1 bilhões em 2010. O porcentual de aumento é um pouco mais alto que o observado no mundo, de 9,3% também de 2009 para 2010.

Segundo Ivan de Souza, presidente da Booz & Company para a América Latina, “grande parte do crescimento em P&D pode ser atribuído ao fato de que as empresas estão tentando recuperar o atraso (ocasionado pela crise do fim de 2008)”. Ele diz isso ao citar que no mesmo ranking que avalia os investimentos em inovação mas relativo a 2009, as empresas mostraram uma retração de 3,5% no total aplicado no setor no decorrer do ano.

Em uma outra etapa da pesquisa da Booz & Company, que pergunta a cerca de 600 executivos qual é, na opinião deles, a empresa mais inovadora do mundo, a Apple ficou em primeiro lugar, pelo segundo ano consecutivo. Na sequência aparece o Google e o terceiro lugar ficou com a 3M.

Fonte: Anpei com informações de O Estado de S. Paulo

 

 

 

 

 

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Saúde aposta em inovação para reduzir custos

Crise no governo por conta de acusações de corrupção em vários ministérios, descoberta de que empresas importavam lixo hospitalar para o país, iminência de mais uma greve dos médicos do Sistema Único de Saúde (SUS), indefinição sobre a origem de recursos para fazer valer a Emenda 29 – que amplia o orçamento da saúde. Nada disso parece incomodar o ministro da saúde Alexandre Padilha, que caminhou confiante entre empresários durante evento do Grupo de Líderes Empresariais, realizado ontem em São Paulo.

Alexandre Padilha, Ministro da Saúde.

Mesmo sem nenhuma ideia de onde virá os tais recursos a mais para a pasta – discussão que hoje ocupa grande parte do tempo do Congresso e da atenção social -, Padilha está se acostumando a vir à público divulgar algumas soluções simples mas que têm dado um ar de profissionalização ao ministério, como aumento de parcerias público-privadas, incentivos à produção, cortes de custos e caça a funcionários fantasmas.

“Meu papel não é ficar esperando vir ou não mais dinheiro”, garante, sob o mote de que saúde não é só uma questão de política social e sim de desenvolvimento econômico. “O setor emprega 10% dos profissionais com nível superior, concentramos 30% do esforço de inovação, temos 12 milhões de trabalhadores. E dos países com mais de 100 milhões de habitantes, somos o único com saúde universal”, ressalta.

Padilha quer mais empresas da indústria de saúde produzindo no país e garante que o governo vai participar desse esforço de inovação. “Quem quiser inovar e produzir no Brasil terá garantia de compra do Ministério da Saúde”, afirmou. Além dos recursos do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e da Financiadora de Estudos e Projetos (Finep), o governo pretende investir R$ 4 bilhões até 2015 em inovação na saúde. É fato que os projetos ainda precisam ser mais elaborados.

“Precisamos produzir cadeiras de rodas que andem dentro de favelas. O que é uma especificidade só do Brasil”, clamou o ministro às indústrias.

Outra ação que promete incentivar a indústria nacional é a criação de uma margem de preferência para licitações públicas, com foco em favorecer a indústria nacional. “Sabemos que é importante a isonomia para quem produz aqui”, diz, ressaltando que não faz sentido alguns produtos saírem até 45% mais baratos quando comprados lá fora, por conta da tributação do país. “Precisamos entrar na era dos produtos biotecnológicos, que, apesar de representarem 1% de nosso volume de compras, respondem por 34% do nosso orçamento.”

Corte de custos
Uma das vitórias do ministro é a economia de R$ 600 milhões só nos seis primeiros meses do ano, com a mudança do sistema de compras do governo, que passou a ser centralizada e baseada em comparação internacional de preços. A economia já teve destino, o Programa Farmácia Popular, feito por meio de PPP entre a indústria de medicamentos e o varejo de medicamentos, que passou a dar gratuitamente remédios para hipertensão.

Escrito por: Regiane de Oliveira
Fonte: Brasil Econômico

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A inovação e as tecnologias são cruciais para a sobrevivência das MPEs

A inovação e o uso das novas tecnologias podem ser a diferença entre a sobrevivência e a mortalidade. A avaliação foi feita hoje pelo presidente do Sebrae Nacional, Luis Barretto, na apresentação do levantamentoTaxa de Sobrevivência das Empresas no Brasil. De acordo com a pesquisa, de cada 100 micro e pequenas empresas (MPE) abertas no Brasil, 73 permanecem em atividade após os dois primeiros anos de existência. No estudo divulgado no ano passado, esse índice era de 71,9%.

Os números foram tabulados com base no banco de dados da Receita Federal, com aproximadamente 500 mil empresas. A pesquisa publicada hoje compara negócios abertos em 2006, em relação aos abertos em 2005.

“A inovação e a utilização das novas tecnologias serão pontos cruciais para a competitividade e a sobrevida desses negócios”, afirmou Barretto. “Eu me lembro de um caso de duas padarias de Brasília que ficavam na mesma rua e ofereciam praticamente os mesmos serviços. Só que uma delas criou uma presença nas mídias sociais e acabou arrebatando quase todos os clientes.”

O objetivo é que esse índice seja desmembrado e estudado pelas unidades do Sebrae em cada estado para identificar as causas de fechamento das micro e pequenas empresas.

Barretto ressaltou que os negócios que investem e planejam mais tem uma vida posterior mais longa. Esse é o caso da indústria, que teve o maior índice de sobrevivência, com 75% empresas em funcionamento após os dois primeiros anos de atividade.

Fonte: Pequenas Empresas & Grandes Negócios

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19/10 – Dia Nacional da Inovação

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Governo investirá R$ 90 milhões em inovação até o fim de 2012

O Governo Federal destinará R$ 90 milhões até o fim do próximo ano para investimentos em projetos inovadores. A informação foi divulgada nesta segunda-feira (17/10) pelo secretário-executivo do Ministério da Ciência e Tecnologia, Luiz Antonio Rodrigues Elias, após participar de reunião no escritório da Confederação Nacional da Indústria (CNI), em São Paulo.

Segundo ele, será criada nesta semana a Empresa Brasileira de Pesquisa e Inovação Industrial (Embrapii), que terá como objetivo coordenar a interação entre o setor privado, os institutos de pesquisa e o Governo para a realização de projetos que tenham como foco a inovação. “Procuramos projetos com relevância e que tragam retorno para a sociedade, embora estejamos atuando com o risco da etapa pré-competitiva. O resultado final demandará certo tempo para aparecer”, disse.

A Embrapii contará com recursos de todos os participantes, na proporção de um terço para cada parte. Dessa forma, deverá dispor de até R$ 270 milhões para investimentos nesta primeira etapa de operação. Os R$ 90 milhões do Governo Federal, segundo Elias, virão do Fundo Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (FNDCT).

Em princípio, a Embrapii operará por meio do Instituto de Pesquisas Tecnológicas (IPT), do Instituto Nacional de Tecnologia (INT) e do Centro Integrado de Manufatura e Tecnologia do Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Cimatec-Senai). “Essas instituições têm o mapa de competência da indústria. Por isso nós nos estruturamos, inicialmente, por elas”, explicou Elias.

As empresas interessadas em desenvolver projetos de inovação deverão entrar em contato com associações de classe, como a CNI, que serão responsáveis pela articulação junto à Embrapii. A expectativa do presidente da CNI, Robson Braga de Andrade, é de que a rede de institutos de pesquisa participantes da Embrapii cresça significativamente nos próximos meses, podendo chegar a 30. Entretanto, há dúvidas quanto à participação de universidades, já que os centros de pesquisa também deverão contribuir com a Embrapii.

Andrade ressaltou que o Senai vai investir R$ 1,5 bilhão na construção de 34 laboratórios até 2014. Sua expectativa é de que ao menos 30 deles participem dos projetos da Embrapii.

Andrade e Elias evitaram previsões sobre a quantidade de projetos que deverão ser atendidos até o fim de 2012. O secretário-executivo do Ministério da Ciência e Tecnologia, porém, destacou que dentre as áreas que mais deverão ser beneficiadas pela criação da Embrapii estão as de petróleo e gás, biotecnologia, nanotecnologia e tecnologia da informação.

Fonte: Protec

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