A inovação e as tecnologias são cruciais para a sobrevivência das MPEs

A inovação e o uso das novas tecnologias podem ser a diferença entre a sobrevivência e a mortalidade. A avaliação foi feita hoje pelo presidente do Sebrae Nacional, Luis Barretto, na apresentação do levantamentoTaxa de Sobrevivência das Empresas no Brasil. De acordo com a pesquisa, de cada 100 micro e pequenas empresas (MPE) abertas no Brasil, 73 permanecem em atividade após os dois primeiros anos de existência. No estudo divulgado no ano passado, esse índice era de 71,9%.

Os números foram tabulados com base no banco de dados da Receita Federal, com aproximadamente 500 mil empresas. A pesquisa publicada hoje compara negócios abertos em 2006, em relação aos abertos em 2005.

“A inovação e a utilização das novas tecnologias serão pontos cruciais para a competitividade e a sobrevida desses negócios”, afirmou Barretto. “Eu me lembro de um caso de duas padarias de Brasília que ficavam na mesma rua e ofereciam praticamente os mesmos serviços. Só que uma delas criou uma presença nas mídias sociais e acabou arrebatando quase todos os clientes.”

O objetivo é que esse índice seja desmembrado e estudado pelas unidades do Sebrae em cada estado para identificar as causas de fechamento das micro e pequenas empresas.

Barretto ressaltou que os negócios que investem e planejam mais tem uma vida posterior mais longa. Esse é o caso da indústria, que teve o maior índice de sobrevivência, com 75% empresas em funcionamento após os dois primeiros anos de atividade.

Fonte: Pequenas Empresas & Grandes Negócios

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